Cine Santa Tereza Celebra o Cinema Brasileiro com Mês de Filmes Gratuitos e Clássicos Inesquecíveis

Cine Santa Tereza celebra o cinema brasileiro com mostra gratuita de filmes históricos

O Cine Santa Tereza, localizado na rua Estrela do Sul, 89, em Belo Horizonte, apresenta a imperdível mostra “Viva o Cinema Brasileiro!” ao longo de todo o mês de junho. A iniciativa oferece ao público a oportunidade de revisitar obras fundamentais da cinematografia nacional, com sessões totalmente gratuitas.

A programação é um convite a uma jornada pela rica história do cinema do Brasil, reunindo 22 filmes aclamados pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) como os melhores de todos os tempos. As exibições acontecem até o dia 28 de junho, em horários variados, proporcionando acesso democrático à cultura e à memória audiovisual do país.

Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente pela plataforma Sympla ou retirados na bilheteria do cinema com 30 minutos de antecedência, sujeitos à disponibilidade. A programação completa está disponível no Portal Belo Horizonte, garantindo que todos possam planejar sua visita e desfrutar dessa celebração cinematográfica única.

Um marco histórico celebra 126 anos de cinema no Brasil

A mostra “Viva o Cinema Brasileiro!” presta uma homenagem especial a um momento crucial: em 19 de junho de 1898, Afonso Segreto registrou as primeiras imagens em movimento no Brasil, filmando a entrada da Baía de Guanabara. Esse feito pioneiro, realizado com um cinematógrafo dos irmãos Lumière, marca o início da trajetória do cinema nacional.

Inspirada por essa data simbólica, a curadoria selecionou filmes que percorrem diferentes épocas, estilos e movimentos que moldaram a identidade do cinema brasileiro. É uma oportunidade de entender a evolução da sétima arte no país e sua importância cultural.

Clássicos que marcaram gerações em exibição gratuita

A seleção abrange produções essenciais realizadas entre as décadas de 1930 e 1980, oferecendo um panorama histórico abrangente. Entre os destaques imperdíveis estão verdadeiros marcos como “Limite” (1931), de Mário Peixoto, um filme experimental e vanguardista; “Ganga Bruta” (1933), de Humberto Mauro, com sua estética inovadora.

Outros clássicos que emocionaram e inspiraram o público incluem “O Cangaceiro” (1953), de Lima Barreto, um sucesso internacional; “Macunaíma” (1969), de Joaquim Pedro de Andrade, adaptação icônica da obra de Mário de Andrade; e “Terra em Transe” (1967), de Glauber Rocha, um dos pilares do Cinema Novo.

Diversidade de estilos e movimentos do cinema nacional

A mostra não se limita a um único gênero ou movimento, apresentando a pluralidade do audiovisual brasileiro. O público poderá apreciar desde as aclamadas chanchadas, que divertiram o país, até as ousadias do Cinema Marginal, passando por produções ligadas aos grandes estúdios nacionais que contribuíram para a indústria cinematográfica.

Além de revisitar obras históricas e cineastas consagrados, a iniciativa “Viva o Cinema Brasileiro!” reforça a importância crucial da preservação da memória audiovisual do Brasil. Amplia o acesso a filmes que não apenas marcaram gerações, mas também influenciaram profundamente o desenvolvimento artístico e cultural do país, consolidando o cinema como uma poderosa forma de expressão.

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